Premier recebe 25 estudantes da área da saúde para estágio de férias

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Dr. Samir Salman (centro) ao lado de alguns dos estudantes que realizaram uma semana de estágio no Hospital. Foto: Ruam Oliveira

Anualmente, nos meses de janeiro e julho, o Hospital Premier abre as portas para seu programa de estágio de férias, que visa ampliar o alcance dos cuidados paliativos desde a graduação.

Nas duas primeiras semanas de julho o hospital recebeu 25 estudantes das áreas de medicina, fisioterapia, fonoaudiologia e psicologia, do primeiro ao quinto ano da graduação, vindos da Faculdade de Medicina de Itajubá (MG), da Unialfenas, da Faculdade das Américas, da Universidade Municipal de São Caetano do Sul, FMU e do AC Camargo.

Lúcio Ferracini, psicólogo no Premier e um dos responsáveis pelos estagiários, afirma que o intuito da instituição quando traz esta abertura para estagiários é influenciar na formação de novos profissionais e contribuir com a divulgação dos cuidados paliativos. Ele considera que, atualmente, a inserção da discussão sobre a prática paliativa na universidade está em uma fase que envolve um número maior de estudantes interessados. “Passamos de uma primeira etapa mais individual para uma segunda mais grupal”, disse.

 

 

Para muitos dos participantes, o estágio foi o primeiro contato direto com o exercício da profissão, e mais especificamente com os cuidados paliativos. A atenção com os pacientes e principalmente familiares foi apontada por alguns deles como um diferencial. Esta prática dirigida às famílias está embutida no conceito de Cuidados Paliativos definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), desde os anos de 1990. De acordo com a organização, esses cuidados dizem respeito a uma assistência integral “promovida por uma equipe multiprofissional”, que aborde aspectos físicos, psicológicos, sociais e espirituais tanto da pessoa que enfrenta uma doença ameaçadora da vida, quanto de sua família.

Além de uma experiência prática, com acompanhamento da equipe multiprofissional da instituição, os estudantes também puderam observar conceitos que cercam a prática dos cuidados paliativos como dor, luto e morte. Gabriel Moreira Santoro, estudante do 8º período de medicina na Unialfenas ressaltou que lidar com estes assuntos é uma forma de desmistificá-los. Para ele, ainda existe muito a ideia de que não prolongar a vida é “quase como um fracasso”.

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